Acabo de ler, de uma sentada e uma garrafa de café, Contos do Círculo, de Flávio Roberto Pinto. Ele não sabe, mas eu já havia roubado algumas páginas de suas crônicas, enquanto maduravam sobre a mesa de Manoel Gandra. Impossibilitada, nessas ocasiões, de absorver todas as letras, pedi um exemplar ao Flávio. Que será lido, outras tantas vezes, no aconchego da minha sala, sob o olhar fremente de Van Gogh, relido por Maxuel Cruz. Não há muito o que dizer, Fredera abraçou todos os conceitos. Tirou de gavetas abarrotadas de clássicos, paralelismos que corariam minha antes pretensiosa opinião. Ao folhear o livro, presenteado pelo amigo, ressuscito apenas Fernando Sabino. Sim, mas mais cortante, mais fugaz. Brincando com as palavras, ou o sentido delas. Questiono-o sobre o sentido da vida. Sabino não conheceu algumas dores, fazedoras de palavras bonitas. Flávio sabe mais que qualquer um. E ao contrário de Sabino, ele responde. Acima de tudo, Van Gogh espreita.
Oi Cida, obrigado por seguir. Deixei no meu uma mensagem.Mas, me diga, o Van Gogh é verdadeiro???
ResponderExcluirOutra coisa: temos algo em comum, tomo baldes de café..
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